Pra individualizar, pra deixar a moda com a nossa cara, a gente tem que variar as lojas onde faz compras, procurar referências pessoais pra interpretar nas roupas e – melhor de todos! – exercitar coordenações. Esse exercício pode começar com todo mundo treinando outras além dos conjuntinhos. Começa assim: se tá tudo muito combinadinho, troca alguma coisa e experimenta o que na teoria não funcionaria – usa essas direções daqui e conta se não deu (mais!) certo. ;-)

SAPATO E BOLSA
Sapato e bolsa também não precisam ser iguais – nem em materiais e nem em cores! Essa estória de combinar o que se usa nos pés e o que se carrega nas mãos é tão antiga que a gente nem lembra de quando é. A ordem é priorizar a harmonia entre roupa e sapato, e então complementar o equilíbrio com bolsa coerente com o resto todo. Pra saber o que combina com o que com mais detalhes.

CORES NA ROUPA
SAPATO E BOLSA
Sapato e bolsa também não precisam ser iguais – nem em materiais e nem em cores! Essa estória de combinar o que se usa nos pés e o que se carrega nas mãos é tão antiga que a gente nem lembra de quando é. A ordem é priorizar a harmonia entre roupa e sapato, e então complementar o equilíbrio com bolsa coerente com o resto todo. Pra saber o que combina com o que com mais detalhes.
TECIDOS E SUPERFÍCIES
Quanto mais variedade de texturas/sensações num look, melhor. Daí já vale, então, coordenar bolsa de um couro e sapato de outro, por exemplo – também dá certo com roupas! A gente pode harmonizar tudo com elementos equivalentes ou pode contrapor elementos opostos que se “complementem”.

ACESSÓRIOS
Nem os menores detalhes precisam ser iguaizinhos! Brinco, anéis, colar(es), pulseira, relógio e broches podem ser super diferentes entre si. É bom ter alguma coisa em harmonia, tipo forma, finalidade (mais formal, mais informal), peso, tema, material… mas só. Não precisa nem ser tudo dourado ou tudo prateado.
No Fashion Gazette teve post tempos atrás falando da diferença entre combinar e coordenar: “combinar é mais fácil, não exige tanto trabalho, raciocínio; coordenar não é tão simples – é preciso autoconhecimento, personalidade e ter coragem pra tentar o diferente.” É esse o espírito! E esse post também podia se chamar “Pelo não-estreitamento do olhar”. Ou ainda “Pela expansão das nossas possibilidades ‘coordenatórias’”. Haha. ;-)
Fonte: Oficina de estilo
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