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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Dica: Um Personal Stylist para chamar de seu

Tem muita gente que ainda acha que ter personal stylist é coisa de gente famosa. E a gente adora ver essas mudanças – quase sempre evoluções – na forma de se vestir e, por consequência, de se mostar das famosas que contam com a ajuda de alguém profissional.

Mas legal mesmo, é que esse negócio de ter alguém que te ajude a se vestir se aplica muito bem à vida real. Prova disso é a quantidade de novos profissionais, de gente que largou suas carreiras pra se dedicarem à profissão de personal stylist. Quando alguém decide contratar um profissional, geralmente, é porque quer ajuda pra se vestir bem, quer se descobrir através de roupas, quer sorrir em frente ao espelho todos os dias. Mas o serviço não é jogar no lixo o que a pessoa já tem e comprar um armário novo! Tem estudo, tem conversa, tem pesquisa e tem mais conversa.


E o que precisa acontecer é um tipo de aliança: a cliente confia nos conhecimentos do profissional e quem faz a consultoria tenta fazer o serviço da forma mais bacana e adequada aos gostos, necessidades e rotinas dos clientes. Por isso que é personal stylist, é bem pessoal mesmo. Para cada cliente nova, estudo, pesquisa e papos novos.

Pra quem quer ter um personal stylist, vale procurar referências, ver o tipo de trabalho que a pessoa já fez, tentar conhecer um pouco essa pessoa que vai trabalhar com uma coisa tão especial: a imagem que a gente passa pro mundo.


Uma vez, a Gloria Kalil fez um editorial super bacana sobre como “gente comum” pode ter personal stylist e como ela conheceu uma moça que tinha uma. (Isso é tão moda na vida real!). Lá ela dá a dica para escolher alguém pra a gente chamar de nossa personal stylist: “olhar como ela se veste e que tipo de trabalhos já fez, se têm afinidades e se a pessoa presta tenção na sua individualidade”. Ensinamento pra guardar, hein?!

Fonte: Oficina de estilo

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